Ceni tem êxito inicial em sua principal missão no São Paulo

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Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC/Divulgação)

A pré-temporada do São Paulo nos deu todos os indícios de que um trabalho com potencial pode vir pela frente no Morumbi. É cedo para qualquer análise, seja ela de comportamento ou de identidade de time. Rogério aplica conceitos, quem lê o jogo consegue ve-los, mas isso significa pouco sem sequência.

A bola precisa rolar mais vezes para entendermos, sem espaço para especulação, aquilo que será o São Paulo do seu ídolo e agora treinador. A ideia de jogo veio recheada de pontos que podem fazer de um time dominante em relação aos demais. Isso, por si só, já é algo a mais em relação a quase todos os últimos trabalhos do Tricolor.

De concreto, da Flórida Cup, torneio de onde o São Paulo sai como campeão, o Tricolor tira a certeza de que pode contar com os 50% do elenco formado em Cotia. A falta de vivência profissional aos poucos tem sido superada pela qualidade de jogadores como Shaylon, Araruna e Júnior Tavares. Não foi um erro no planejamento. Foi um acerto que pode variar seu tempo de resposta.

Mas a pré-temporada nos EUA não foi só perspectivas boas. A pouca efetivadade dos centroavantes do elenco, assim como a baixa participação do lado esquerdo do time no momento ofensivo são sinais de alerta que devem estar ligados na comissão técnica. A missão de moldar o planejamento a realidade é uma necessidade que Rogério ainda não vivenciou.

Começar a temporada com boas ideias e um time competitivo é bom para o torcedor. A realidade financeira complicada nunca será desculpa para times ruins. O dinheiro facilita o trabalho de montar um time que tenha capacidade de brigar, mas é possível ser competitivo jogando coletivamente. Essa é a missão número 1 do ex-camisa 01: ser competitivo. Ele vem tendo êxito.

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