Auxiliares gringos de Ceni terão salário modesto no São Paulo

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Beale (à esquerda) e Hembert (à direita) de Rogério Ceni estão na comissão técnica tricolor

Definitivamente, Michael Beale e Charles Hembert não toparam deixar a Europa para trabalhar como auxiliares de Rogério Ceni no São Paulo por causa de dinheiro. Beale, que atuará como braço direito do treinador, terá salário de R$ 40 mil, que equivale a pouco mais de 11 mil euros – o inglês ganhava praticamente a mesma coisa à frente do time sub-23 do Liverpool.

Já Hembert, que ficará focado na logística do Tricolor, receberá R$ 15 mil. Com esse dinheiro, o francês teria direito a 4.280 euros por mês se fizesse a conversão para a moeda de seu país.

Beale ganhará o mesmo que seu antecessor, Renê Weber, dispensado dos seus serviços no São Paulo assim que Rogério Ceni foi confirmado como treinador. O ídolo tricolor ainda devolveu o preparador de goleiros Haroldo Lamounier ao grupo profissional. Pior para Carlos, que voltou a atuar na base, em Cotia.

A reformulação na comissão técnica também envolveu alguns funcionários do departamento de recuperação médica e fisioterápica que trabalhavam com as categorias menores.

Nos primeiros treinos do São Paulo na temporada, está muito claro que Beale terá papel fundamental no dia a dia de trabalhos da equipe. Rogério Ceni se encantou com a cultura futebolística do inglês, autor de nove livres e comandante das equipes de base do Liverpool e do Chelsea há mais de 15 anos.

Como tem mais experiência do que Ceni com a rotina de um comandante, o inglês conseguirá ajudar seu parceiro com dicas e conceitos. Ele também participará dos treinos dirigindo determinados grupos – enquanto o ex-goleiro cuida de atacantes e meias, Beale lica com os zagueiros, por exemplo.

Por Yahoo! Esportes

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