Tricolor desconhece interesse do PSG por Cueva, mas o vê valendo três vezes mais

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Cueva tem sete gols em 22 jogos pelo São Paulo; dois deles foram em cima do Corinthians

A contratação de Cueva rendeu polêmica no São Paulo. A ponto de Luiz Cunha ter se demitido do cargo de diretor de futebol por não concordar com o investimento de R$ 8 milhões feito no peruano, no início de junho. Cinco meses depois, o meia se transformou no principal jogador do Tricolor e já vale pelo menos três vezes mais.

Os cálculos são do próprio São Paulo, baseados no futebol de Cueva pelo clube e também pela seleção peruana – ele teve papel fundamental na vitória por 4 a 1 sobre o Paraguai, nesta quinta-feira, na cidade de Assunção, em confronto das Eliminatórias para a Copa do Mundo.

A fase de Cueva é tão boa que a imprensa de seu país revelou o interesse do PSG em contratá-lo para 2017. Procurada pelo Blog, a diretoria tricolor assegura que não houve sequer sondagem pelo baixinho, que é o artilheiro do time no Brasileirão com sete gols – o argentino Chavez também tem sete gols.

E, se algum clube se interessar, terá de desembolsar pelo menos R$ 24 milhões para tirá-lo do Morumbi. Cueva foi contratado por Gustavo Vieira de Oliveira, então diretor-executivo de futebol. A aposta em um jogador peruano, que atuava no México, pareceu esquisita na oportunidade, ainda mais porque ele não poderia defender o São Paulo na reta final da Libertadores – já havia atuado pelo Toluca na fase de grupos.

O tempo passou e hoje Gustavo recebe elogios até dos conselheiros mais corneteiros quando o assunto é Cueva. O Tricolor ainda conseguiu dividir o pagamento dos R$ 8 milhões em dois anos, com suaves parcelas de R$ 333 mil. E nem será necessário usar dinheiro do caixa, já que o atacante Ewandro foi para a Udinese pelo mesmo valor, e com pagamento a prazo.

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