Rogério Ceni terá salário quase quatro vezes menor como técnico

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Ex-goleiro já visitou o Morumbi e se sentou no banco de reservas (SPFC/Divulgação)

 

Maior ídolo da história do São Paulo, Rogério Ceni voltará ao Morumbi como treinador com um salário fixo muito inferior ao que recebia nos tempos de goleiro e capitão. No acordo firmado com o presidente Leco na quarta-feira, que vale até dezembro de 2018, o novo comandante tricolor aceitou receber R$ 200 mil por mês.

Em seus três últimos anos como atleta, Rogério Ceni faturava R$ 700 mil mensais – era o maior salário do elenco, superando Luís Fabiano, que ganhava R$ 620 mil. Além de reduzir em três vezes e meia seus vencimentos, Ceni ainda vai receber menos do que seu antecessor, Ricardo Gomes, que levava para casa R$ 250 mil mensais.

O contrato entre Rogério Ceni e São Paulo ainda prevê um ganho variável, que depende do percentual de pontos obtidos pelo time. Mas seu salário máximo ficará em R$ 300 mil. Os títulos do Paulistão, do Brasileiro e da Copa do Brasil também podem lhe assegurar prêmio em dinheiro, assim como a vaga na Libertadores de 2018.

Se o Tricolor resolver demiti-lo, terá de pagar multa de dois salários, ou seja, R$ 400 mil durante o primeiro ano do contrato. Caso atinja o bônus, a multa deixará de existir a partir da segunda temporada no Morumbi.

Diretor de marketing do clube desde o ano passado, Vinícius Pinotti teve papel importante na aproximação de Rogério Ceni do Leco. Depois do primeiro contato, quem acompanhou as conversas garante que o ex-atleta impressionou o presidente por seu conhecimento e planejamento.

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