Pintado vira o favorito caso Bauza deixe o São Paulo

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A possibilidade de Edgardo Bauza dirigir a seleção argentina causou uma reunião na diretoria do São Paulo. A ideia do presidente Leco e de seus aliados foi discutir as alternativas para a sucessão do treinador. E a primeira reunião fez de Pintado o maior candidato a herdar o lugar de Bauza, caso ele deixe mesmo o Morumbi.

Três argumentos pesaram a favor de Pintado: sua enorme identificação com o São Paulo, o fato de já conhecer o elenco e a falta de unanimidade em relação às outras possibilidades.

Mano Menezes, por exemplo, tem grandes defensores dentro da diretoria, mas também causa pavor em outros. A tendência, inclusive, é de que o gaúcho seja anunciado como treinador do Cruzeiro nas próximas horas, na vaga do demitido Paulo Bento.

Entre os diretores do Tricolor, também há quem queira manter a linha de contar com técnicos estrangeiros. Antes de Bauza, o clube já havia tido o colombiano Juan Carlos Osorio, na temporada passada. Foi neste cenário que surgiu o nome de Reinaldo Rueda, mas o comandante do Atlético Nacional já avisou que não deixará a Colômbia se seu time vencer a Libertadores – o Nacional empatou com o Del Valle no jogo de ida, no Equador, por 1 a 1.

Publicamente, Pintado nega a intenção de um dia treinar o São Paulo. Porém, aos mais próximos, o auxiliar-técnico do Tricolor nunca escondeu que aceitou o convite para substituir Milton Cruz, em abril, sonhando com a chance de um dia se sentar no banco de reservas. Pintado, inclusive, treinava o Guarani na Série A-2 do Paulista quando disse “sim” a Leco.

Natural de Bragança Paulista, Pintado tem 50 anos e já era torcedor do São Paulo antes mesmo de se tornar atleta do clube, em 1984. Como volante, ele fez parte do time de Telê Santana que ganhou a Libertadores e o Mundial de Clubes de 1992.

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