Derrota para o Grêmio mostrou todas as fraquezas do São Paulo

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Um time que passou o jogo todo e não conseguiu finalizar com correção nenhuma vez no gol do Grêmio defendido por Marcelo Grohe. Esse é o São Paulo, um time que ostenta um sistema ofensivo péssimo, o quarto pior da Série A. São 16 gols marcados apenas, média de um por partida, constrangedora para o altíssimo custo do elenco e para uma diretoria que segue completamente perdida em contratações.

A vitória do time gaúcho por 1 a 0 foi enganosa porque ficou longe de retratar o tamanho da superioridade de um time sobre o outro. O Grêmio finalizou mais do triplo do São Paulo e se tivesse goleado por 4 ou 5 a 0 não seria nenhuma surpresa pelo que foi a partida.

O São Paulo joga com seus setores completamente isolados. A defesa, aberta, não se comunica com o meio-campo, que, estático, não conversa com o ataque. A impressão é que não há treinamento capaz de arrumar uma casa tão bagunçada, cheia de má vontade e também incapaz de brigar por qualquer colocação minimamente razoável na tábua de classificação.

Individualmente o elenco tem se mostrado bastante frágil. Não é a primeira vez que escrevo isso aqui. Os laterais são inoperantes, os meio-campistas não têm talento criativo e nem sabem finalizar, enquanto o que sobrou do ataque não tem qualidade. Com 22 pontos e em nono lugar, o São Paulo ocupa hoje o lugar adequado para a sua falta de organização, dentro e fora de campo. Bauza não pode ficar fora das críticas porque taticamente tem errado bastante na montagem do time. E é bom se cuidar porque a zona de rebaixamento não está longe.

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