Com Pato no comando, ataque do São Paulo tenta colocar o pé na forma

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Por João Gabriel Rodrigues e Marcelo Prado

Osorio conversa com Pato em treino do São Paulo
Foto: Carla Carniel/Estadão Conteúdo
Terceiro colocado no Brasileirão, com 17 pontos, o São Paulo ainda está em busca de equilíbrio. No último jogo, a defesa teve fraca atuação na goleada de 4 a 0 para o Palmeiras. E o ataque, que nesta quarta deverá ser representado por Alexandre Pato, entra pressionado pela marca de três jogos sem balançar as redes adversárias. 
Das peças ofensivas que Juan Carlos Osorio tem à disposição, o último que fez um gol foi Luis Fabiano, na vitória de 2 a 0 sobre o Grêmio.
O que chama a atenção além da seca dos atacantes é o fraco desempenho do time nas finalizações.

No empate por 1 a 1 com o Avaí, a equipe vencia por 1 a 0 e perdeu pelo menos três chances de gol, sendo duas sem goleiro, com Ganso e Michel Bastos, que falharam nos chutes. No fim, a equipe acabou castigada com um gol de André Lima e acabou perdendo a liderança da competição nacional.
No confronto seguinte, diante do Palmeiras, no último domingo, a equipe fazia uma boa partida até sofrer o primeiro gol. Nesse período, o time criou três boas oportunidades: Pato, em grande jogada individual, acertou a trave de Fernando Prass; depois, em dois lances parecidos, Michel Bastos errou por muito as finalizações.
O São Paulo é apenas o 13º colocado no ranking de finalizações certas, com 32 em nove partidas, ao lado de Avaí, Joinville e Vasco. O melhor neste quesito é o Palmeiras, com 54 (veja tabela). Nas finalizações totais, o São Paulo é o sétimo, com 108 até a nona rodada.
Nesta quarta, como Luis Fabiano foi vetado com dores no joelho esquerdo, caberá a Pato comandar o ataque. Isso porque, se vencer, o Tricolor pode até reassumir a ponta. Para isso, o Sport teria de perder do Internacional em casa, e o Atlético-MG, também mandante, não poderia ganhar do Coritiba.
Com pouco tempo de trabalho entre o jogo de domingo e a partida desta quarta, Osorio não pôde corrigir como gostaria esse problema. Após o treinamento tático, os meias treinaram cobranças de falta e houve um trabalho de cabeceio para os defensores, que recebiam cruzamentos dos dois lados e finalizavam. Os atacantes não participaram dessa parte.
Fonte: Globoesporte.com

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