São Paulo admite interesse, mas descarta contratações de Sóbis e Vargas

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A diretoria do São Paulo admite que mantém o interesse nas contratações de dois sonhos antigos do clube, mas descarta contratá-los agora. Os atacantes Rafael Sóbis, do Fluminense, e Eduardo Vargas, do Napoli (ITA), poderiam ser alvos, mas não deverão vestir a camisa do São Paulo em 2014 por conta de altos valores.

“Rafael Sóbis sem dúvida nenhuma é um sonho de consumo, mas quando acordamos desse sonho vemos a realidade. Sua vinda para o São Paulo custaria muito dinheiro, pelo interesse do Fluminense de mante-lo. Não diria que é impossível, mas vejo como muito distante”, disse o vice-presidente de futebol do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes, à Rádio Transamérica.

Na visão de Jesus Lopes, o atacante do Fluminense custaria caro não só para ter o contrato rompido com o Fluminense, mas também para ser mantido. O dirigente afirma que os salários que o atleta recebe no Rio de Janeiro estão acima do que o São Paulo pretende pagar para jogadores de ponta no elenco.

Eduardo Vargas, que pertence ao Napoli (ITA) e esteve emprestado ao Grêmio em 2013, tem negociação encaminhada ao Santos para 2014. O chileno esteve próximo de vestir a camisa do São Paulo no primeiro semestre, e desde então interessa ao clube do Morumbi. Ele, no entanto, é outro que a diretoria são-paulina descarta para 2014.

“O interesse do SP pelo Vargas existiu e permanece, dada a sua qualidade. Mas entendemos que a diretoria do Napoli é muito difícil de negociar, faz exigências de difícil aceitação. As informações que a gente tem é que o Napoli tem interesse de vender o jogador na Europa no meio de 2014, após a Copa do Mundo. Na expectativa deles, deverá valorizar o jogador”, diz Jesus Lopes. O dirigente argumenta que o modelo proposto pelo clube italiano é um empréstimo aos clubes brasileiros com a possibilidade de o contrato ser rompido em julho, com venda para outro clube.

“É uma condição que nós não podemos aceitar. Pagar um alto valor para um jogador só jogar um período que não vale nada seria um desperdício de recurso”, diz o dirigente são-paulino, sobre o primeiro semestre de 2014.

Fonte: UOL

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