Oposição demonstra força e emperra votação sobre Morumbi

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De acordo com vários sites esportivos, nesta terça-feira, 17/12, em reunião do conselho deliberativo do clube, o projeto de reforma do Morumbi poderia ter sido aprovado. Mas a presença de apenas 127 conselheiros, dos 235, impossibilitou a votação, já que o número mínimo para que a votação ocorresse deveria ser de 177 conselheiros – o que equivale a 75% do total. 
Ainda de acordo com os sites, a presença de um número de conselheiros menor que o exigido se deu pelo fato de que os membros da oposição não compareceram. A justificativa dada é de que os detalhes do contrato do projeto não foram revelados de forma clara. A situação, por outro lado, afirmou estar disputa a responder todas as dúvidas relacionadas ao contrato e projeto de reforma do Morumbi. 
Foto de divulgação do projeto de cobertura do Morumbi 

Se o contrato não foi revelado de forma clara, a reunião não poderia ter sido utilizada para o esclarecimento das dúvidas?

Sem escolher lados, acredito que a questão política foi marcante em todo o episódio. Pelo lado da situação, a reforma do Morumbi seria um grande feito, vista sob um olhar mais político, seria uma grande cartada antes das eleições. Pelo lado da oposição, também vista sob um olhar político, a atitude demonstra que, diferente do que parecia, inclusive levando-se em conta a confiança e as afirmações, em diversos momentos, de vitória garantida, dadas pela situação, a oposição segue organizada e forte. 
É importante lembrar de que a reforma do Morumbi trará inúmeros benefícios ao São Paulo e será, sem dúvida, mais um grande feito do clube. O que me incomoda nessa situação é que, apesar dos benefícios, vejo o projeto como uma cartada política com dimensões e práticas possíveis tanto para a oposição quanto para a situação. Pelo bem do São Paulo, e da obra em questão, esse seria o momento exato para essa decisão? 

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