Quem é que sobe? Até quando a resposta será “ninguém”?

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Saudações Soberanas! Começou a tão esperada fase de grupos
da Libertadores. Em outras palavras, o ano começou para valer e agora é sério.
Porém, parece que alguns erros que já vinham desde o ano passado continuam
escancarados na nossa defesa, principalmente. E, se ano passado não foi
problema, esse ano promete comprometer nossos objetivos se não forem
corrigidos.
Poderia fazer uma lista citando pequenos e grandes erros do
São Paulo, mas vou focar no principal e mais evidente deles: a bola aérea.
Desde o ano passado esse vem sendo o nosso maior pesadelo e, em 2013, por
incrível que pareça, o problema piorou. Desde a estreia diante do Mirassol, o
time sofre com qualquer bola levantada dentro da área, seja originada de
faltas, escanteios ou em jogadas de linha de fundo durante a partida. E isso
vem sendo dito há muito tempo…
Foto: Marcus Desimoni/UOL
Qualquer pessoa que acompanhe futebol com um pouco mais de
carinho, sabe que a principal arma do Atlético/MG é o jogo aéreo. Apesar disso,
sofremos com esses lances, tomamos um gol assim e, durante o jogo, até o
Bernard (!) conseguiu cabecear um bola. Lembrando que o meia do Galo possui a estatura
de 1,62m. Uma vergonha!
O segundo gol podemos colocar na conta do Rhodolfo (que
voltou a cair de rendimento), mas os outros lances, durante todo o ano, são
erros coletivos de um time com um seriíssimo defeito. E o pior: o erro está aí
há muito tempo e não há nem sinal de que ele será corrigido.
E como se corrige um erro assim? Muito simples. Com
treinamento! Dando foco ao problema. Será que o time não pode ficar meia hora
ou uma hora depois do treino para treinar exclusivamente essa falha gritante?
Em 2007 e 2008, Muricy Ramalho, amando-o ou odiando-o, treinou exaustivamente essas
jogadas, ofensiva e defensivamente (às vezes parece que treinou “apenas” isso).
Resultado: bola parada a nosso favor era motivo de vibração e contra nós era
motivo de tranquilidade.
Foto: Gaspar Nóbrega/Gazeta Press
Essa nossa “rotina” de sofrer com bolas aéreas, se não
corrigida for, vai aniquilar nossas chances em qualquer campeonato que
disputemos, principalmente a Libertadores, onde o São Paulo é mais forte que a
maioria dos times e boa parte deles possuem o “chuveirinho” como arma. O erro
está escancarado para quem quiser ver, cabe aos envolvidos consertá-lo… ou
pagar por isso. 

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