Sem força na hora de decidir

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Foto: Léo Pinheiro/Terra

Caros tricolores,

O título desse texto já tem sido aplicável ao São Paulo, no mínimo, desde o ano passado. Tem sido comum o time arrebentar quando enfrenta equipes fracas, mas na hora do “vamo vê”, fraqueja e acaba ficando pelo caminho.

Parece que a caminhada do time nesse Brasileirão deve ser parecida com o que tem acontecido recentemente. Foram três vitórias seguidas, contra Flamengo, Bahia (pela Sul-Americana) e Sport. Belos jogos e vitórias convincentes, porém, três times que não tem pretensões na parte de cima da tabela.

O time ficou bem posicionado, e teria pela frente seus dois maiores adversários (até o momento) por vaga no G4. Era possível sair com pelo menos 4 pontos, tirar pontos desses adversários e virar um forte postulante a vaga. Mas aconteceu o contrário.

Derrota no Rio de Janeiro quando era possível empatar e até vencer. Mas até aí, compreensível. É só fazer o dever de casa no domingo contra o Grêmio e tomar a quarta posição dos gaúchos, certo? Errado.

O São Paulo até fazia uma boa partida, mas bastou tomar o empate e morreu em campo. Deixou o Grêmio ficar tranquilo (isso porque não estavam jogando nada). Aí é que se separam os homens dos meninos. Na hora H, os que mostraram força foram os adversários, enquanto o tricolor paulista ficou ainda mais distante do carioca e do gaúcho.

Difícil almejar grandes voos no campeonato com um time que só bate em adversários mais fracos. Desse jeito, está fadado a ficar entre 7º e 10º lugar. Ora empolgando os torcedores, quando tiver uma sequência fraca, ora decepcionando, quando pegar alguém mais forte.

A volta de Lucas e Luís Fabiano pode ajudar a mudar isso. Porém, nenhum dos dois é milagreiro. E temos um clássico contra o Corinthians chegando. É bom abrir o olho, porque não aceitamos mais sermos humilhados em jogos contra nossos rivais.

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